Biografia

Residente no Rio de Janeiro, cidade onde nasceu em 1973 , Glaucio Ayala iniciou sua carreira como baterista em 1989, trabalhando em várias casas noturnas. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música. Trabalhou, efetiva ou eventualmente, com diversos artistas, entre eles Pery Ribeiro, Eliete Velloso, Agnaldo Timóteo, Carlos Alberto, Watusi, José Ricardo, Marquinhos Moura, Cristina Mel, Cris Delanno, Paulo Ricardo, Ed Motta, Miéle, Bezerra da Silva, Mário Frias, Mambo Que Sambo, Banda Salsa Rio, Banda Conexão Japeri e outros.

No período de 1993 a 1995, fez parte da Orchestra Scala Miami, que atuava na casa de espetáculos Scala Miami, na Flórida, E.U.A., e em outras casas em Cancún-México. Ainda em Miami, teve a oportunidade de acompanhar alguns artistas da América Central e Michael Sullivan. A convite de Sullivan, gravou uma faixa de um CD da Xuxa, por este produzido em Miami.

De volta ao Brasil, foi convidado a integrar a banda Akundum, que teve 3 CDs lançados, um deles com mais de 160.000 cópias vendidas, cujo maior sucesso foi a música Emaconhada, que lhe deu o "Disco de Ouro". Participou da banda Mãe da Rua, que tinha como líder André Rafael, hoje em carreira solo, cujo CD, mixado por Eddie Kramer, produtor do Kiss e do Led Zeppelin, do qual participou, será lançado em breve. Efetivamente, tem trabalhado com Cris Delanno, André Rafael, Rio Sound Machine, Renata Gebara, Rafael Greyck.

No ano 2000, gravou faixas do CD do guitarrista Sidney Linhares, onde figuram instrumentistas de nome como Mike Stern, Artur Maia, Widor Santiago, Cláudio Zoli e outros e no início de 2001 algumas faixas do CD de Oswaldo Montenegro -Entre uma Balada e um Blues, produzido por Roberto Menescal. Com Menescal faz, ainda, alguns projetos.

Em março de 2001, tornou-se um dos integrantes da nova formação da banda Engenheiros do Hawaii, que ao longo de seus 19 anos vem fazendo shows em todo Brasil. Em março de 2003 fizeram uma turnê nos Estados Unidos, com apresentações em 7 Estados. Nesta banda participou dos últimos 3 álbuns, intitulados "Surfando Karmas & Dna", "10.001 Destinos" e "Dançando em Campo Minado". Em 2004 passa a integrar, também, a banda O Sete, que apesar de recém-criada conta com diversos fã-clubes, mas sua agenda com Engenheiros do Hawaii e a impossibildade de colocar substituto fez com que ele deixasse O Sete.

No ano 2006, criou com alguns amigos a banda Gafieira Carioca, destinada a danças de salão, que tem atuado, na maioria das vezes, nas imediações da Lapa, no Rio de Janeiro.

No ano 2007, participou do álbum "Só Nós" da Paula Toller, com bateria e vocal e de "Barra da Tijuca", álbum do guitarrista alemão Matt Roehr, com quem viajou em janeiro de 2008 para uma turnê na Alemanha e Suiça.

Gláucio Ayala destaca, como transcrito adiante, o que considera alicerces de sua trajetória.

" 1º. O trabalho em casas noturnas, porque ao "tocar na noite", como nós músicos costumamos dizer, adquirimos uma experiência que considero primordial para quem pretende ser profissional da música popular, isto porque "na noite" enfrentamos as mais diversas situações que nos levam a improvisar, seja por substituir sem ensaio algum colega, seja por acompanhar algum artista que chega de surpresa para cantar. Estes são apenas alguns exemplos;

2º. Minha temporada em Miami e Cancún onde foram de grande valia os workshops e os contatos com bateristas estrangeiros, especialmente cubanos, pois através deles me familiarizei com os diversos ritmos de Cuba- salsas. Sempre que possível trocávamos informações, já que também passei para eles um pouco dos ritmos brasileiros.

Considero imprescindível para aprimoramento os vídeoaulas."